[Valid Atom 1.0] ) Folheando...Noticias on Line!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Guerra que Você não Viu...


A Guerra do Iraquefoi um conflito patrocinado pelo Governo do ex-presidente Bush filho, que começou em 20 de março de 2003 e teve a participação de uma poderosa coalização militar internacional,  sob o argumento de destituir do poder o ditador Saddam Hussein e encontrar e destruir as chamadas e nunca encontradas armas de destruição de massas, que, dizia-se, como justificativa para a guerra, ameaçar o Ocidente. Oficialmente a guerra terminou em 18 de agosto de 2010, já no Governo de Barack Obama, e o seu saldo foi trágico que envolveu, além da destruição de todo um país, a morte  de 109.000 iraquianos, sendo 63% civis, enquanto que as baixas da coalizão liderada pelos americanos foram  de menos de 5.000 mortes, uma relação de 20/1 no score das mortes...

Este post apresenta uma série de 07 vídeos, feitos de forma independente, contando um outro lado da terrível guerra do Iraque. É apresentada uma outra perspectiva do que vimos durante anos na mídia. Tire suas conclusões...



quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ministro Defende Inovação Tecnológica para Crescimento do País

Ministro Mercadante  (E) e o Deputado
Bruno Araújo (PSDB)  apresentaram sugestões
para garantir o desenvolvimento
tecnológico do país. Foto Lula Lopez

O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quarta-feira o investimento em inovação científica e tecnológica como prioridade para o País manter o crescimento econômico com sustentabilidade ambiental. “O desafio é colocar ciência, tecnologia e inovação como eixo do desenvolvimento econômico e sustentável”, afirmou o ministro durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

Segundo Mercadante, é necessário ampliar o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) investido em ciência e tecnologia. O valor chegou a 1,2% em 2009, algo próximo de 24,2 bilhões de dólares. Japão e Estados Unidos dedicaram para a área, respectivamente, 3,4% (148 bilhões de dólares) e 2,8% (398 bilhões de dólares) do total arrecadado.

O setor privado, disse o ministro, não investe em inovação. “Uma parte do mercado acha que devemos importar novas tecnologias”, afirmou. Os novos investimentos no Brasil, de acordo com Mercadante, devem ter como regra a transferência de tecnologia e a participação de empresas nacionais para reter o conhecimento. O Brasil recebeu quase 50 bilhões de dólares em investimentos externos em 2010 e deve chegar a 60 bilhões de dólares este ano.

Petróleo e Fust

O ministro defendeu que os royalties do petróleo e os recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) devem ser fontes de financiamento para a inovação científica e tecnológica.

A nova legislação para distribuição dos royalties do petróleo gerou uma perda de R$ 900 milhões para o ministério para 2011, segundo Mercadante. Ele criticou a pulverização dos recursos destinados à pasta dentro do Fundo Social do Pré-Sal, junto a áreas como educação, saúde e esportes. De acordo com projeção do ministério, em nove anos a pasta deixará de receber R$ 12 bilhões, se mantidas as regras de distribuição.

Os recursos do Fust para ampliação da banda larga, como propõe o Projeto de Lei 1481/07, do próprio Mercadante, auxiliariam a ampliar a geração de conhecimento no País. “O acesso à internet é fundamental para inovação, ciência e educação.”

Mercadante também defendeu a transformação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do ministério, em um banco de inovação. Ele afirmou que o orçamento do novo órgão dependeria da prioridade dada pelo governo para a área de ciência e tecnologia.

Para o presidente da comissão, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), outra forma de estimular o desenvolvimento científico no País é garantir a participação de pesquisadores e estudantes nos lucros das patentes.

Íntegra da Proposta:

Créditos: Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Maria Clarice Dias

Ministro Defende Inovação Tecnológica para Crescimento do País

Ministro Mercadante  (E) e o Deputado
Bruno Araújo (PSDB)  apresentaram sugestões
para garantir o desenvolvimento
tecnológico do país. Foto Lula Lopez

O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quarta-feira o investimento em inovação científica e tecnológica como prioridade para o País manter o crescimento econômico com sustentabilidade ambiental. “O desafio é colocar ciência, tecnologia e inovação como eixo do desenvolvimento econômico e sustentável”, afirmou o ministro durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

Segundo Mercadante, é necessário ampliar o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) investido em ciência e tecnologia. O valor chegou a 1,2% em 2009, algo próximo de 24,2 bilhões de dólares. Japão e Estados Unidos dedicaram para a área, respectivamente, 3,4% (148 bilhões de dólares) e 2,8% (398 bilhões de dólares) do total arrecadado.

O setor privado, disse o ministro, não investe em inovação. “Uma parte do mercado acha que devemos importar novas tecnologias”, afirmou. Os novos investimentos no Brasil, de acordo com Mercadante, devem ter como regra a transferência de tecnologia e a participação de empresas nacionais para reter o conhecimento. O Brasil recebeu quase 50 bilhões de dólares em investimentos externos em 2010 e deve chegar a 60 bilhões de dólares este ano.

Petróleo e Fust

O ministro defendeu que os royalties do petróleo e os recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) devem ser fontes de financiamento para a inovação científica e tecnológica.

A nova legislação para distribuição dos royalties do petróleo gerou uma perda de R$ 900 milhões para o ministério para 2011, segundo Mercadante. Ele criticou a pulverização dos recursos destinados à pasta dentro do Fundo Social do Pré-Sal, junto a áreas como educação, saúde e esportes. De acordo com projeção do ministério, em nove anos a pasta deixará de receber R$ 12 bilhões, se mantidas as regras de distribuição.

Os recursos do Fust para ampliação da banda larga, como propõe o Projeto de Lei 1481/07, do próprio Mercadante, auxiliariam a ampliar a geração de conhecimento no País. “O acesso à internet é fundamental para inovação, ciência e educação.”

Mercadante também defendeu a transformação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do ministério, em um banco de inovação. Ele afirmou que o orçamento do novo órgão dependeria da prioridade dada pelo governo para a área de ciência e tecnologia.

Para o presidente da comissão, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), outra forma de estimular o desenvolvimento científico no País é garantir a participação de pesquisadores e estudantes nos lucros das patentes.

Íntegra da Proposta:

Créditos: Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Maria Clarice Dias

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eu só Queria Entender por que a ONU ainda não se Propôs a Intervir na Síria?


A lógica da política é mesmo difícil de entender. É um mundo a parte que somente tangencia o mundo real. O nosso.

Eu só queria entender qual a diferença que levou a coalização internacional formada pelos EUA, França, Espanha, Reino Unido, Canadá e Itália, sob autoridade da ONU, a intervir no conflito em curso na Líbia, por conta do movimento de liberação que varre o mundo árabe e que teve por argumento a proteção da população civil contra o regime de Khadafi, em uma ação militar que nessa altura já ultrapassa o que nos parecia ser o objetivo inicial da ação militar, qual seja, o bloqueio do espaço aéreo Líbio e, o conflito agora em curso, com a mesma origem e motivação do da Líbia, que varre a Síria. Que tem, como no caso da Líbia, um ditador-presidente (Bashar al-Assad), há 11 anos no poder, e que governa o país com mão de ferro.

Nós todos gostaríamos de entender o por quê toma-se uma ação drástica de intervenção militar no caso da Líbia, e, no caso da Síria, que agora coloca tanques nas ruas para reprimir os revoltosos, ainda não se tomou nenhuma atitude?

Será que a geopolítica por trás de tudo isso se resume a ter petróleo ou não? – a Líbia tem imensas reservas de petróleo e gás natural, ao passo que a Síria não tem reservas expressivas de petróleo -. Será por que a Síria é aliada do Irã, e uma intervenção militar na região poderia desestabilizar todo o oriente médio, com conseqüências imprevisíveis? Será por que o custo político interno em cada país que compõe a aliança que intervém na Líbia seria alto demais para justificar a participação em mais uma guerra? Provavelmente são todas essas (e outras) razões juntas.

Nosso blog desconfia que o que realmente importa para toda e qualquer intervenção militar é sempre “o que se ganha com isso”. Se esse balanço é positivo, justifica os interesses geo-políticos, está justificada a proposição de intervenção em nome de motivos diversos, que passam pela restauração da democracia até a “proteção da vida do povo” (caso da Líbia). Se esse balanço não fecha, é negativo (talvez seja o caso da Síria), ficamos mesmo na retórica da condenação política. Quem sabe até saia alguma proposição de sanção econômica contra o governo Sírio? E estará de bom tamanho.

Sobre o mesmo assunto (intervenção), leia nossos posts: Intervenção da ONU nos Conflitos da Líbia e da Costa do Marfim: 02 Pesos e 02 Medidas, Libia Atacada por Forças da ONU: Mais uma Operação Intervencionista em nome do que mesmo?


Entenda a motivação dos opositores ao regime sírio vendo o vídeo apresentado a seguir.

Tire as suas conclusões.



Eu só Queria Entender por que a ONU ainda não se Propôs a Intervir na Síria?


A lógica da política é mesmo difícil de entender. É um mundo a parte que somente tangencia o mundo real. O nosso.

Eu só queria entender qual a diferença que levou a coalização internacional formada pelos EUA, França, Espanha, Reino Unido, Canadá e Itália, sob autoridade da ONU, a intervir no conflito em curso na Líbia, por conta do movimento de liberação que varre o mundo árabe e que teve por argumento a proteção da população civil contra o regime de Khadafi, em uma ação militar que nessa altura já ultrapassa o que nos parecia ser o objetivo inicial da ação militar, qual seja, o bloqueio do espaço aéreo Líbio e, o conflito agora em curso, com a mesma origem e motivação do da Líbia, que varre a Síria. Que tem, como no caso da Líbia, um ditador-presidente (Bashar al-Assad), há 11 anos no poder, e que governa o país com mão de ferro.

Nós todos gostaríamos de entender o por quê toma-se uma ação drástica de intervenção militar no caso da Líbia, e, no caso da Síria, que agora coloca tanques nas ruas para reprimir os revoltosos, ainda não se tomou nenhuma atitude?

Será que a geopolítica por trás de tudo isso se resume a ter petróleo ou não? – a Líbia tem imensas reservas de petróleo e gás natural, ao passo que a Síria não tem reservas expressivas de petróleo -. Será por que a Síria é aliada do Irã, e uma intervenção militar na região poderia desestabilizar todo o oriente médio, com conseqüências imprevisíveis? Será por que o custo político interno em cada país que compõe a aliança que intervém na Líbia seria alto demais para justificar a participação em mais uma guerra? Provavelmente são todas essas (e outras) razões juntas.

Nosso blog desconfia que o que realmente importa para toda e qualquer intervenção militar é sempre “o que se ganha com isso”. Se esse balanço é positivo, justifica os interesses geo-políticos, está justificada a proposição de intervenção em nome de motivos diversos, que passam pela restauração da democracia até a “proteção da vida do povo” (caso da Líbia). Se esse balanço não fecha, é negativo (talvez seja o caso da Síria), ficamos mesmo na retórica da condenação política. Quem sabe até saia alguma proposição de sanção econômica contra o governo Sírio? E estará de bom tamanho.

Sobre o mesmo assunto (intervenção), leia nossos posts: Intervenção da ONU nos Conflitos da Líbia e da Costa do Marfim: 02 Pesos e 02 Medidas, Libia Atacada por Forças da ONU: Mais uma Operação Intervencionista em nome do que mesmo?


Entenda a motivação dos opositores ao regime sírio vendo o vídeo apresentado a seguir.

Tire as suas conclusões.



sábado, 23 de abril de 2011

Novidades no mundo Blogger: Você sabe o que é Flipcard? Tenha um em seu Blog. Veja como !


Para os blogueiros que usam a plataforma blogger, uma novidade que surgiu recentemente é o flipcard. Trata-se de uma página que resume todas as postagens usando miniaturas das imagens (ou textos). É muito interessante e útil para o leitor que quer ter um panorama geral do conteúdo do blog.


Em nosso site, nós inserimos esse recurso em uma gadget HTML/javaScript, disponível na ABA Design do administrador do Blog

O passo a passo é:

1- Ir na página do administrador, se logar, e entrar na aba DESIGN. Em seguida, clique em adicionar gadget no local que você desejar. Em nosso site, nós adicionamos na parte lateral do template, conforme mostrado na figura.

2- Adicionado o gadget, escolha na janela popup do blogger a opção “inserir HTML/JavaScript.

3- A seguir, insira o script que vai endereçar ao flipcard de seu site blogger. Nós usamos o script abaixo. Basta colocar a URL do seu blog/view/flipcard e a URL da imagem desejada, de um álbum como o PICASA. Eu preferi usar esse script pois ele permite costumizar o tamanho da imagem à largura e altura desejadas do gadget do seu template.

<center>
<object width="largura desejada  da imagem que vai compor o gadget flipcardem pixels, exemplo: 250" height="altura desejada que vai compor a imagem da gadget flipcard em pixels, exemplo :300">
<a href="URL do seu blog plataforma Blogger/view/flipcard"target="_blank"><img src="URL da imagem do gadget flipcard, extraída, por exemplo, de um álbum PICASA.jpg"/></a>
</object></center>. 

Se desejar, ao invés de usar no script a terminação URL/flipcard em <a href, você pode visualizar o gadget nos formatos: URL/mosaic, URL/sidebar, URL/snapshot e URL/timeslide. É só escolher o formato que melhor lhe agradar.

4. Agora, é salvar o gadget e curtir a novidade, clicando o mouse sobre a figura do novo gadget que surgir na sua página do Blog.

Outra possibilidade é usar a opção de inserção de imagem da janela pop up do design do blogger, para fazer o gadget do flipcard. Neste caso, basta endereçar a imagem  (URL da web ou do seu computador ) e associar o link: URL do seu blog blogger/view/flicard. Eu testei essa opção, mas preferi a primeira que descrevemos (inserção do script).

Curtam bastante.


Editado em 27/04/2011, 13:10h

Para os usuários que tem navegadores de versões mais antigas, o efeito flipcard pode não funcionar. Veja a mensagem contida no link do Google

“These views require modern browsers such as Internet Explorer 8+, Firefox 3.5+, Chrome or Safari. Many elements of these views will not work should you have an older browser.”

Versão:

Essas “visualizações” requerem navegadores modernos, como o Internet Explorer 8 +, Firefox 3.5 +, Chrome ou Safari. Muitos elementos dessas “visualizações” não funcionarão se você tiver um navegador mais antigo.

Novidades no mundo Blogger: Você sabe o que é Flipcard? Tenha um em seu Blog. Veja como !


Para os blogueiros que usam a plataforma blogger, uma novidade que surgiu recentemente é o flipcard. Trata-se de uma página que resume todas as postagens usando miniaturas das imagens (ou textos). É muito interessante e útil para o leitor que quer ter um panorama geral do conteúdo do blog.


Em nosso site, nós inserimos esse recurso em uma gadget HTML/javaScript, disponível na ABA Design do administrador do Blog

O passo a passo é:

1- Ir na página do administrador, se logar, e entrar na aba DESIGN. Em seguida, clique em adicionar gadget no local que você desejar. Em nosso site, nós adicionamos na parte lateral do template, conforme mostrado na figura.

2- Adicionado o gadget, escolha na janela popup do blogger a opção “inserir HTML/JavaScript.

3- A seguir, insira o script que vai endereçar ao flipcard de seu site blogger. Nós usamos o script abaixo. Basta colocar a URL do seu blog/view/flipcard e a URL da imagem desejada, de um álbum como o PICASA. Eu preferi usar esse script pois ele permite costumizar o tamanho da imagem à largura e altura desejadas do gadget do seu template.

<object width="largura desejada  da imagem que vai compor o gadget flipcardem pixels, exemplo: 250" height="altura desejada que vai compor a imagem da gadget flipcard em pixels, exemplo :300">
<a href="URL do seu blog plataforma Blogger/view/flipcard"target="_blank"><img src="URL da imagem do gadget flipcard, extraída, por exemplo, de um álbum PICASA.jpg"/>


Se desejar, ao invés de usar no script a terminação URL/flipcard em <a href, você pode visualizar o gadget nos formatos: URL/mosaic, URL/sidebar, URL/snapshot e URL/timeslide. É só escolher o formato que melhor lhe agradar.

4. Agora, é salvar o gadget e curtir a novidade, clicando o mouse sobre a figura do novo gadget que surgir na sua página do Blog.

Outra possibilidade é usar a opção de inserção de imagem da janela pop up do design do blogger, para fazer o gadget do flipcard. Neste caso, basta endereçar a imagem  (URL da web ou do seu computador ) e associar o link: URL do seu blog blogger/view/flicard. Eu testei essa opção, mas preferi a primeira que descrevemos (inserção do script).

Curtam bastante.

 
Editado em 27/04/2011, 13:10h

Para os usuários que tem navegadores de versões mais antigas, o efeito flipcard pode não funcionar. Veja a mensagem contida no link do Google

“These views require modern browsers such as Internet Explorer 8+, Firefox 3.5+, Chrome or Safari. Many elements of these views will not work should you have an older browser.”

Versão:

Essas “visualizações” requerem navegadores modernos, como o Internet Explorer 8 +, Firefox 3.5 +, Chrome ou Safari. Muitos elementos dessas “visualizações” não funcionarão se você tiver um navegador mais antigo.

Veja também esses posts