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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mobilização pelo SUS: 22 estados suspenderão atendimentos nesta terça-feira


A situação da rede pública de saúde é calamitosa. O atendimento ao cidadão é deficitário, demorado e, via de regra, de má ou péssima qualidade. Assim, a Associação Médica Brasileira – AMB divulgou ontem (24/10) notícia de que hoje, dia 25, médicos de todos os estados protestarão contra a baixa remuneração e as más condições de trabalho e de assistência oferecidas no âmbito da rede pública de saúde.

O movimento – coordenado pela Comissão Pró-SUS, composta por representantes da Associação Médica Brasileira (AMB), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – quer chamar a atenção das autoridades e da população para os problemas que afetam o setor e que comprometem a qualidade do atendimento oferecido. A previsão é que se tenha a adesão de pelo menos metade dos 195 mil médicos que trabalham no SUS. As informações sobre a mobilização foram divulgadas em entrevista coletiva das lideranças do movimento, realizada nesta segunda-feira, dia 24, na sede do CFM, em Brasília (DF).

Em 22 estados foram confirmadas suspensões dos atendimentos eletivos (consultas, exames e outros procedimentos) durante todo o dia 25 de outubro, sendo que no Piauí deve se prolongar por 72 horas. Em outros dois estados, este tipo de paralisação será pontual: em Santa Catarina, deve acontecer durante a tarde e durar cerca de uma hora; em São Paulo, deverá acontecer apenas em algumas unidades de saúde, mas ao longo de todo o período. Em outros seis estados, foram programadas manifestações públicas em protesto contra a precariedade da rede pública. Alias, atos do tipo deverão acontecer simultaneamente em todo o país.

 
Nosso Blog apóia esse movimento. No entanto, deve-se cuidar para que o cidadão indefeso, aquele que não tem e não pode pagar um plano de saúde, não seja em demasia prejudicado com essa paralisação. Antes do mérito, mais do que oportuno e justo dessa manifestação, há de se ter também o olhar nos interesses maiores da população.

Para ler o texto original da AMB clique aqui

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ocupemos Wall Street ?!!!


O movimento popular "Occupy Wall Street" (ocupe Wall Street), que recentemente surgiu expontaneamente nos Estados Unidos e que tem por foco protestar contra a ciranda financeira que vem assolando as principais economias liberais, vem se espalhando por várias cidades mundo afora. Roma (Itália), Berlim, Colônia, Munique e Frankfurt (cidades da Alemanha), Londres (Inglaterra). Atenas (Grécia), Viena (Áustria), Zurich (Suiça), Paris (França), Madri (Espanha), Lisboa (Portugal), Sarajevo (Bósnia), Johanesburgo (África do Sul), Manila (Filipinas), Sidnei( Austrália), Tóquio (Japão) são algumas dessas cidades aonde esse movimento vem ganhando força. 

Nos Estados Unidos os protestos inspirados no ocupe Wall Street se espalham pelo país e a repressão violenta da polícia desperta a simpatia da população em favor dos manifestantes, por que há uma clara identificação de todos com o que os manifestantes estão dizendo. Eles são as suas vozes.

Ao longo do mundo, palavras de ordem como "Não vamos resgatá-los novamente" e "Somos 99%", em alusão aos 1% de mais ricos do mundo e que controlam bilhões em ativos, enquanto bilhões de outros estão se esforçando para honrar seus compromissos, e, "banqueiros criminosos causaram essa crise" são cada vez mais repetidas e expressam o que a silenciosa maioria está pensando.

O mundo assiste à inesperada “Primavera Árabe” , um movimento popular espontâneo que desde 2010 vem derrubando as velhas oligarquias do norte da Africa, coisa até recentemente inimaginável, e que traz em seu bojo contestatório a inspiração para os movimentos dos que bradam contra um liberalismo que parece a todos irresponsável, inconsequente e causador de desemprego e miséria. Esses movimentos, em essência, embora ainda pareçam difusos,  em si expressam a revolta e o cansaço com o status quo das velhas oligarquias, não políticas desta feita, mas as econômicas que controlam a tudo e, indiretamente, a todos, queiramos ou não.

O movimento "Occupy Wall Street" e os demais nele inspirados mostram que o cidadão comum, que até então somente consumia e pagava cordeiramente seus impostos, começa a perceber que a lógica da produção capitalista não está voltada para o suprimento das necessidades humanas, para a sua necessidade, mas para a recriação ampliada do capital. A finalidade do capital é a sua perpetuação. Trata-se de uma lógica perversa que, no fundo, é o cerne de todos os males que afligem o cidadão. Até onde e se esse movimento vai parar é aguardar para ver...

Karl Marx
Na economia marxiana, a crise do capitalismo, crise econômica ou simplesmente crise, se refere às oscilações nos níveis de negócios das economias liberais. A exemplo da Grande Depressão Americana (1929, década de 30) e a bolha da internet ( final da década de 90), a crise atual envolvendo as economias classificadas pelas agências de classificação de risco como AAA com seus +++, tanto americana como as da zona do euro, além de ter todos os ingredientes de  mais uma crise financeira, mostra que, dessa feita, o estrago pode ser bem maior e, como sempre, quem irá pagar a conta será a Sociedade, o cidadão indefeso, que nada tem a ver, em nada contribuiu para gerar essa crise. As ações anunciadas pelos economistas de plantão para debelar o incêndio financeiro, mais uma vez é no sentido de preservar o capital em detrimento do cidadão. O mesmo cidadão que nas mãos da mídia econômica é instigado a gastar até último tostão de seu dinheiro para que a acumulação de capital se dê a nível cada vez maior.

Ocupemos Wall Street ?!!!


O movimento popular "Occupy Wall Street" (ocupe Wall Street), que recentemente surgiu expontaneamente nos Estados Unidos e que tem por foco protestar contra a ciranda financeira que vem assolando as principais economias liberais, vem se espalhando por várias cidades mundo afora. Roma (Itália), Berlim, Colônia, Munique e Frankfurt (cidades da Alemanha), Londres (Inglaterra). Atenas (Grécia), Viena (Áustria), Zurich (Suiça), Paris (França), Madri (Espanha), Lisboa (Portugal), Sarajevo (Bósnia), Johanesburgo (África do Sul), Manila (Filipinas), Sidnei( Austrália), Tóquio (Japão) são algumas dessas cidades aonde esse movimento vem ganhando força. 

Nos Estados Unidos os protestos inspirados no ocupe Wall Street se espalham pelo país e a repressão violenta da polícia desperta a simpatia da população em favor dos manifestantes, por que há uma clara identificação de todos com o que os manifestantes estão dizendo. Eles são as suas vozes.

Ao longo do mundo, palavras de ordem como "Não vamos resgatá-los novamente" e "Somos 99%", em alusão aos 1% de mais ricos do mundo e que controlam bilhões em ativos, enquanto bilhões de outros estão se esforçando para honrar seus compromissos, e, "banqueiros criminosos causaram essa crise" são cada vez mais repetidas e expressam o que a silenciosa maioria está pensando.

O mundo assiste à inesperada “Primavera Árabe” , um movimento popular espontâneo que desde 2010 vem derrubando as velhas oligarquias do norte da Africa, coisa até recentemente inimaginável, e que traz em seu bojo contestatório a inspiração para os movimentos dos que bradam contra um liberalismo que parece a todos irresponsável, inconsequente e causador de desemprego e miséria. Esses movimentos, em essência, embora ainda pareçam difusos,  em si expressam a revolta e o cansaço com o status quo das velhas oligarquias, não políticas desta feita, mas as econômicas que controlam a tudo e, indiretamente, a todos, queiramos ou não.

O movimento "Occupy Wall Street" e os demais nele inspirados mostram que o cidadão comum, que até então somente consumia e pagava cordeiramente seus impostos, começa a perceber que a lógica da produção capitalista não está voltada para o suprimento das necessidades humanas, para a sua necessidade, mas para a recriação ampliada do capital. A finalidade do capital é a sua perpetuação. Trata-se de uma lógica perversa que, no fundo, é o cerne de todos os males que afligem o cidadão. Até onde e se esse movimento vai parar é aguardar para ver...

Karl Marx
Na economia marxiana, a crise do capitalismo, crise econômica ou simplesmente crise, se refere às oscilações nos níveis de negócios das economias liberais. A exemplo da Grande Depressão Americana (1929, década de 30) e a bolha da internet ( final da década de 90), a crise atual envolvendo as economias classificadas pelas agências de classificação de risco como AAA com seus +++, tanto americana como as da zona do euro, além de ter todos os ingredientes de  mais uma crise financeira, mostra que, dessa feita, o estrago pode ser bem maior e, como sempre, quem irá pagar a conta será a Sociedade, o cidadão indefeso, que nada tem a ver, em nada contribuiu para gerar essa crise. As ações anunciadas pelos economistas de plantão para debelar o incêndio financeiro, mais uma vez é no sentido de preservar o capital em detrimento do cidadão. O mesmo cidadão que nas mãos da mídia econômica é instigado a gastar até último tostão de seu dinheiro para que a acumulação de capital se dê a nível cada vez maior.

Copa do Mundo de 2014: OAB decide se vai ao STF contra decreto da presidente Dilma isentando FIFA de impostos

Cumprindo o seu papel na vigília da legalidade dos atos praticados pelo governo, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil analisa hoje (24/10) a constitucionalidade de decreto assinado pela presidente Dilma Roussef quanto à isenção de impostos à FIFA até 2015 por causa da Copa do Mundo no Brasil. O fundamento é se o Executivo pode, sem lei aprovada pelo Congresso Nacional, autorizar esse tipo de beneficio. Caso o Plenário decida que o decreto de Dilma é inconstitucional, a OAB entrará imediatamente com uma Ação Direta de Incontitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nosso Blog acha que o papel desempenhado pela OAB é fundamental ao processo democrático. Mais do que nunca se faz necessário avaliar as ações do governo à luz das leis e da constituição do País. É a OAB alerta, mostrando a sua importância para o Brasil.

Copa do Mundo de 2014: OAB decide se vai ao STF contra decreto da presidente Dilma isentando FIFA de impostos

Cumprindo o seu papel na vigília da legalidade dos atos praticados pelo governo, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil analisa hoje (24/10) a constitucionalidade de decreto assinado pela presidente Dilma Roussef quanto à isenção de impostos à FIFA até 2015 por causa da Copa do Mundo no Brasil. O fundamento é se o Executivo pode, sem lei aprovada pelo Congresso Nacional, autorizar esse tipo de beneficio. Caso o Plenário decida que o decreto de Dilma é inconstitucional, a OAB entrará imediatamente com uma Ação Direta de Incontitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF).

Nosso Blog acha que o papel desempenhado pela OAB é fundamental ao processo democrático. Mais do que nunca se faz necessário avaliar as ações do governo à luz das leis e da constituição do País. É a OAB alerta, mostrando a sua importância para o Brasil.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Líbia: O Degradante fim de uma era de repressão e ódio


Ontem a mídia passou a tarde alardeando a morte do ditador Muammar Kadhafi pelas forças rebeldes do CNT em Sirte, cidade natal do ditador na Líbia.

As fotos da morte do ditador e de seu filho Muatassim correm o mundo, mostrando a indignidade de como pode ser tratado um ser humano após a sua morte. O corpo do ditador vem sendo exposto como troféu e, por mais perverso e sanguinário que tenha sido, ele é igualado pela violência das imagens daqueles do CNT que o exibem como um animal morto.

Agora, com a morte de Kadafi, começa o período de reconstrução da Líbia. O caminho para a democracia deverá ser longo e cheio de conflitos, por força da pluralidade de interesses, tanto interno quanto externo, na Líbia. Esperamos que a reconstrução do país arrasado por esse sangrento conflito, que agora termina em Sirte, e o retorno à democracia, se dê com tranqüilidade e sem mais sofrimentos para o povo líbio.

Líbia: O Degradante fim de uma era de repressão e ódio


Ontem a mídia passou a tarde alardeando a morte do ditador Muammar Kadhafi pelas forças rebeldes do CNT em Sirte, cidade natal do ditador na Líbia.

As fotos da morte do ditador e de seu filho Muatassim correm o mundo, mostrando a indignidade de como pode ser tratado um ser humano após a sua morte. O corpo do ditador vem sendo exposto como troféu e, por mais perverso e sanguinário que tenha sido, ele é igualado pela violência das imagens daqueles do CNT que o exibem como um animal morto.

Agora, com a morte de Kadafi, começa o período de reconstrução da Líbia. O caminho para a democracia deverá ser longo e cheio de conflitos, por força da pluralidade de interesses, tanto interno quanto externo, na Líbia. Esperamos que a reconstrução do país arrasado por esse sangrento conflito, que agora termina em Sirte, e o retorno à democracia, se dê com tranqüilidade e sem mais sofrimentos para o povo líbio.

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