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domingo, 1 de maio de 2011

Privatização do Caio Martins: Câmara de Vereadores e a População de Niterói Dizem Não !

O anúncio da intenção de privatização do Complexo Esportivo Caio Martins,uma área de 47.820 m2, no coração de Icaraí, o bairro do m2 mais caro da cidade, que seria repassado para empreendimentos imobiliários, está agitando os brios e a indignação do povo niteroiense. Mais uma vez propõe-se iniciativas por parte da prefeitura e do Estado, que, em nada, atendem aos anseios dos moradores.




Nesta semana, a Câmara de Vereadores de Niterói aprovou por 15 votos favoráveis e nenhum contrário o projeto de lei 108/2011 de autoria dos vereadores Luiz Carlos Gallo de Freitas(PDT) e José Antonio Fernandes Zaff (PDT) que prevê o tombamento do Complexo Esportivo do Caio Martins, em Icaraí. A mensagem voltará ao plenário na próxima semana para ser novamente votada, conforme prevê o regimento interno da Câmara e, em seguida, em sendo aprovada, seguirá para a sanção ou veto do Prefeito Jorge Roberto Silveira.

É um alento saber que nossos vereadores traduziram com os seus votos ao projeto o que a maioria do povo de Niterói pensa.

Não à Privatização! Vamos continuar a acompanhar o desenrolar dessa proposição até o sua sanção pelo prefeito.

Privatização do Caio Martins: Câmara de Vereadores e a População de Niterói Dizem Não !

O anúncio da intenção de privatização do Complexo Esportivo Caio Martins,uma área de 47.820 m2, no coração de Icaraí, o bairro do m2 mais caro da cidade, que seria repassado para empreendimentos imobiliários, está agitando os brios e a indignação do povo niteroiense. Mais uma vez propõe-se iniciativas por parte da prefeitura e do Estado, que, em nada, atendem aos anseios dos moradores.




Nesta semana, a Câmara de Vereadores de Niterói aprovou por 15 votos favoráveis e nenhum contrário o projeto de lei 108/2011 de autoria dos vereadores Luiz Carlos Gallo de Freitas(PDT) e José Antonio Fernandes Zaff (PDT) que prevê o tombamento do Complexo Esportivo do Caio Martins, em Icaraí. A mensagem voltará ao plenário na próxima semana para ser novamente votada, conforme prevê o regimento interno da Câmara e, em seguida, em sendo aprovada, seguirá para a sanção ou veto do Prefeito Jorge Roberto Silveira.

É um alento saber que nossos vereadores traduziram com os seus votos ao projeto o que a maioria do povo de Niterói pensa.

Não à Privatização! Vamos continuar a acompanhar o desenrolar dessa proposição até o sua sanção pelo prefeito.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Guerra que Você não Viu...


A Guerra do Iraquefoi um conflito patrocinado pelo Governo do ex-presidente Bush filho, que começou em 20 de março de 2003 e teve a participação de uma poderosa coalização militar internacional,  sob o argumento de destituir do poder o ditador Saddam Hussein e encontrar e destruir as chamadas e nunca encontradas armas de destruição de massas, que, dizia-se, como justificativa para a guerra, ameaçar o Ocidente. Oficialmente a guerra terminou em 18 de agosto de 2010, já no Governo de Barack Obama, e o seu saldo foi trágico que envolveu, além da destruição de todo um país, a morte  de 109.000 iraquianos, sendo 63% civis, enquanto que as baixas da coalizão liderada pelos americanos foram  de menos de 5.000 mortes, uma relação de 20/1 no score das mortes...

Este post apresenta uma série de 07 vídeos, feitos de forma independente, contando um outro lado da terrível guerra do Iraque. É apresentada uma outra perspectiva do que vimos durante anos na mídia. Tire suas conclusões...



A Guerra que Você não Viu...


A Guerra do Iraquefoi um conflito patrocinado pelo Governo do ex-presidente Bush filho, que começou em 20 de março de 2003 e teve a participação de uma poderosa coalização militar internacional,  sob o argumento de destituir do poder o ditador Saddam Hussein e encontrar e destruir as chamadas e nunca encontradas armas de destruição de massas, que, dizia-se, como justificativa para a guerra, ameaçar o Ocidente. Oficialmente a guerra terminou em 18 de agosto de 2010, já no Governo de Barack Obama, e o seu saldo foi trágico que envolveu, além da destruição de todo um país, a morte  de 109.000 iraquianos, sendo 63% civis, enquanto que as baixas da coalizão liderada pelos americanos foram  de menos de 5.000 mortes, uma relação de 20/1 no score das mortes...

Este post apresenta uma série de 07 vídeos, feitos de forma independente, contando um outro lado da terrível guerra do Iraque. É apresentada uma outra perspectiva do que vimos durante anos na mídia. Tire suas conclusões...



quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ministro Defende Inovação Tecnológica para Crescimento do País

Ministro Mercadante  (E) e o Deputado
Bruno Araújo (PSDB)  apresentaram sugestões
para garantir o desenvolvimento
tecnológico do país. Foto Lula Lopez

O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quarta-feira o investimento em inovação científica e tecnológica como prioridade para o País manter o crescimento econômico com sustentabilidade ambiental. “O desafio é colocar ciência, tecnologia e inovação como eixo do desenvolvimento econômico e sustentável”, afirmou o ministro durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

Segundo Mercadante, é necessário ampliar o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) investido em ciência e tecnologia. O valor chegou a 1,2% em 2009, algo próximo de 24,2 bilhões de dólares. Japão e Estados Unidos dedicaram para a área, respectivamente, 3,4% (148 bilhões de dólares) e 2,8% (398 bilhões de dólares) do total arrecadado.

O setor privado, disse o ministro, não investe em inovação. “Uma parte do mercado acha que devemos importar novas tecnologias”, afirmou. Os novos investimentos no Brasil, de acordo com Mercadante, devem ter como regra a transferência de tecnologia e a participação de empresas nacionais para reter o conhecimento. O Brasil recebeu quase 50 bilhões de dólares em investimentos externos em 2010 e deve chegar a 60 bilhões de dólares este ano.

Petróleo e Fust

O ministro defendeu que os royalties do petróleo e os recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) devem ser fontes de financiamento para a inovação científica e tecnológica.

A nova legislação para distribuição dos royalties do petróleo gerou uma perda de R$ 900 milhões para o ministério para 2011, segundo Mercadante. Ele criticou a pulverização dos recursos destinados à pasta dentro do Fundo Social do Pré-Sal, junto a áreas como educação, saúde e esportes. De acordo com projeção do ministério, em nove anos a pasta deixará de receber R$ 12 bilhões, se mantidas as regras de distribuição.

Os recursos do Fust para ampliação da banda larga, como propõe o Projeto de Lei 1481/07, do próprio Mercadante, auxiliariam a ampliar a geração de conhecimento no País. “O acesso à internet é fundamental para inovação, ciência e educação.”

Mercadante também defendeu a transformação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do ministério, em um banco de inovação. Ele afirmou que o orçamento do novo órgão dependeria da prioridade dada pelo governo para a área de ciência e tecnologia.

Para o presidente da comissão, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), outra forma de estimular o desenvolvimento científico no País é garantir a participação de pesquisadores e estudantes nos lucros das patentes.

Íntegra da Proposta:

Créditos: Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Maria Clarice Dias

Ministro Defende Inovação Tecnológica para Crescimento do País

Ministro Mercadante  (E) e o Deputado
Bruno Araújo (PSDB)  apresentaram sugestões
para garantir o desenvolvimento
tecnológico do país. Foto Lula Lopez

O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quarta-feira o investimento em inovação científica e tecnológica como prioridade para o País manter o crescimento econômico com sustentabilidade ambiental. “O desafio é colocar ciência, tecnologia e inovação como eixo do desenvolvimento econômico e sustentável”, afirmou o ministro durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

Segundo Mercadante, é necessário ampliar o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) investido em ciência e tecnologia. O valor chegou a 1,2% em 2009, algo próximo de 24,2 bilhões de dólares. Japão e Estados Unidos dedicaram para a área, respectivamente, 3,4% (148 bilhões de dólares) e 2,8% (398 bilhões de dólares) do total arrecadado.

O setor privado, disse o ministro, não investe em inovação. “Uma parte do mercado acha que devemos importar novas tecnologias”, afirmou. Os novos investimentos no Brasil, de acordo com Mercadante, devem ter como regra a transferência de tecnologia e a participação de empresas nacionais para reter o conhecimento. O Brasil recebeu quase 50 bilhões de dólares em investimentos externos em 2010 e deve chegar a 60 bilhões de dólares este ano.

Petróleo e Fust

O ministro defendeu que os royalties do petróleo e os recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) devem ser fontes de financiamento para a inovação científica e tecnológica.

A nova legislação para distribuição dos royalties do petróleo gerou uma perda de R$ 900 milhões para o ministério para 2011, segundo Mercadante. Ele criticou a pulverização dos recursos destinados à pasta dentro do Fundo Social do Pré-Sal, junto a áreas como educação, saúde e esportes. De acordo com projeção do ministério, em nove anos a pasta deixará de receber R$ 12 bilhões, se mantidas as regras de distribuição.

Os recursos do Fust para ampliação da banda larga, como propõe o Projeto de Lei 1481/07, do próprio Mercadante, auxiliariam a ampliar a geração de conhecimento no País. “O acesso à internet é fundamental para inovação, ciência e educação.”

Mercadante também defendeu a transformação da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do ministério, em um banco de inovação. Ele afirmou que o orçamento do novo órgão dependeria da prioridade dada pelo governo para a área de ciência e tecnologia.

Para o presidente da comissão, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), outra forma de estimular o desenvolvimento científico no País é garantir a participação de pesquisadores e estudantes nos lucros das patentes.

Íntegra da Proposta:

Créditos: Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Maria Clarice Dias

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eu só Queria Entender por que a ONU ainda não se Propôs a Intervir na Síria?


A lógica da política é mesmo difícil de entender. É um mundo a parte que somente tangencia o mundo real. O nosso.

Eu só queria entender qual a diferença que levou a coalização internacional formada pelos EUA, França, Espanha, Reino Unido, Canadá e Itália, sob autoridade da ONU, a intervir no conflito em curso na Líbia, por conta do movimento de liberação que varre o mundo árabe e que teve por argumento a proteção da população civil contra o regime de Khadafi, em uma ação militar que nessa altura já ultrapassa o que nos parecia ser o objetivo inicial da ação militar, qual seja, o bloqueio do espaço aéreo Líbio e, o conflito agora em curso, com a mesma origem e motivação do da Líbia, que varre a Síria. Que tem, como no caso da Líbia, um ditador-presidente (Bashar al-Assad), há 11 anos no poder, e que governa o país com mão de ferro.

Nós todos gostaríamos de entender o por quê toma-se uma ação drástica de intervenção militar no caso da Líbia, e, no caso da Síria, que agora coloca tanques nas ruas para reprimir os revoltosos, ainda não se tomou nenhuma atitude?

Será que a geopolítica por trás de tudo isso se resume a ter petróleo ou não? – a Líbia tem imensas reservas de petróleo e gás natural, ao passo que a Síria não tem reservas expressivas de petróleo -. Será por que a Síria é aliada do Irã, e uma intervenção militar na região poderia desestabilizar todo o oriente médio, com conseqüências imprevisíveis? Será por que o custo político interno em cada país que compõe a aliança que intervém na Líbia seria alto demais para justificar a participação em mais uma guerra? Provavelmente são todas essas (e outras) razões juntas.

Nosso blog desconfia que o que realmente importa para toda e qualquer intervenção militar é sempre “o que se ganha com isso”. Se esse balanço é positivo, justifica os interesses geo-políticos, está justificada a proposição de intervenção em nome de motivos diversos, que passam pela restauração da democracia até a “proteção da vida do povo” (caso da Líbia). Se esse balanço não fecha, é negativo (talvez seja o caso da Síria), ficamos mesmo na retórica da condenação política. Quem sabe até saia alguma proposição de sanção econômica contra o governo Sírio? E estará de bom tamanho.

Sobre o mesmo assunto (intervenção), leia nossos posts: Intervenção da ONU nos Conflitos da Líbia e da Costa do Marfim: 02 Pesos e 02 Medidas, Libia Atacada por Forças da ONU: Mais uma Operação Intervencionista em nome do que mesmo?


Entenda a motivação dos opositores ao regime sírio vendo o vídeo apresentado a seguir.

Tire as suas conclusões.



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