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quinta-feira, 31 de março de 2011

CNEN Constitui Comissão de Estudos Sobre Descomissionamento de Reatores Nucleares


Saiu no Diário Oficial da União- Seção 2, Nº 54, segunda-feira, 21 de março de 2011, ISSN 1677-7050,  portaria assinada pelo senhor presidente da CNEN Odair Dias Gonçalves (apresentada abaixo), constituindo uma Comissão de Estudos para elaborar projeto de Norma nuclear sobre “Descomissionamento de Reatores Nucleares". O que demonstra que os últimos acontecimentos envolvendo o acidente nuclear de Fukushima (Japão) mexeu com o sistema e órgãos encarregados de regular a questão do uso da energia nuclear no Brasil, o que é muito bom que aconteça.

Para contextualizar, a primeira unidade da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto – CNAA, de concepção da americana Westinghouse, entrou em operação a 28 anos e a Unidade 2, de concepção da alemã KWU/RBU, entrou em operação há 10 anos. Portanto, considerando a vida útil de uma usina nuclear como sendo de 40 anos, resta para Angra 1 - se o período de operação não for estendido - mais 12 anos, e para Angra 2 mais 30 anos.

Atualmente, Angra 1 opera com capacidade para geração de 657 megawatts elétricos, e Angra 2 com 1350 megawatts elétricos, estando previsto para Angra 3, que será praticamente uma réplica de Angra 2, a geração, também, de 1350 megawatts. Somadas as 02 unidades atualmente em operação, a produção global dá 2007 megawatts elétricos, isto é, 1,82% dos 110 mil megawatts de energia que o Brasil produz atualmente.

Com relação à portaria da CNEN e o seu alcance, o termo “descomissionamento” de instalações de natureza nuclear significa o “conjunto de ações técnicas e administrativas que devem ser realizadas para encerrar o controle regulatório da instalação”, ou seja, na prática, o fim do ciclo de geração de energia pela Usina Nuclear ou o fim da operação de um reator nuclear usado para outro fim. Portanto, um tema de extrema relevância e que deve ser bem estudado visando a segurança nuclear e, em consequência, da população.


CNEN Constitui Comissão de Estudos Sobre Descomissionamento de Reatores Nucleares


Saiu no Diário Oficial da União- Seção 2, Nº 54, segunda-feira, 21 de março de 2011, ISSN 1677-7050,  portaria assinada pelo senhor presidente da CNEN Odair Dias Gonçalves (apresentada abaixo), constituindo uma Comissão de Estudos para elaborar projeto de Norma nuclear sobre “Descomissionamento de Reatores Nucleares". O que demonstra que os últimos acontecimentos envolvendo o acidente nuclear de Fukushima (Japão) mexeu com o sistema e órgãos encarregados de regular a questão do uso da energia nuclear no Brasil, o que é muito bom que aconteça.

Para contextualizar, a primeira unidade da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto – CNAA, de concepção da americana Westinghouse, entrou em operação a 28 anos e a Unidade 2, de concepção da alemã KWU/RBU, entrou em operação há 10 anos. Portanto, considerando a vida útil de uma usina nuclear como sendo de 40 anos, resta para Angra 1 - se o período de operação não for estendido - mais 12 anos, e para Angra 2 mais 30 anos.

Atualmente, Angra 1 opera com capacidade para geração de 657 megawatts elétricos, e Angra 2 com 1350 megawatts elétricos, estando previsto para Angra 3, que será praticamente uma réplica de Angra 2, a geração, também, de 1350 megawatts. Somadas as 02 unidades atualmente em operação, a produção global dá 2007 megawatts elétricos, isto é, 1,82% dos 110 mil megawatts de energia que o Brasil produz atualmente.

Com relação à portaria da CNEN e o seu alcance, o termo “descomissionamento” de instalações de natureza nuclear significa o “conjunto de ações técnicas e administrativas que devem ser realizadas para encerrar o controle regulatório da instalação”, ou seja, na prática, o fim do ciclo de geração de energia pela Usina Nuclear ou o fim da operação de um reator nuclear usado para outro fim. Portanto, um tema de extrema relevância e que deve ser bem estudado visando a segurança nuclear e, em consequência, da população.


terça-feira, 29 de março de 2011

Acidente Nuclear de Fukushima: Saiba Todos os Detalhes do Acidente


O acidente nuclear nas unidades da Central Nuclear de Fukushina Dai-Ichi em 12 de março(Japão) foi,  ao lado  do acidente da usina americana de Three Miles Island, em 28 de março de 1979, sem vítimas fatais, e da usina ucraniana de Chernobil, ocorrido em  26 de abril de 1986, o mais grave da história da indústria nuclear mundial. Felizmente, ao contrário de Chernobil, aonde morreram diretamente no evento 47 trabalhadores, estimando-se, em função da contaminação radioativa que se sucedeu ao acidente, a morte de até 4000 mortes, no caso das unidades de Fukushima, embora tenham sido contaminados alguns trabalhadores que tentavam controlar a situação das unidades da Central, ainda não se reportou óbitos em função do acidente, que, no entanto, ainda evolui.

Nosso Blog acompanha os eventos e mostra nas tabelas abaixo o status reportado pela autoridade nuclear japonesa às 16:00h de 29/03 (hora japão).


A Tabela 1 é uma versão em português preparada pelo blog a  partir dos dados originais divulgados. Como pode ser visto das tabelas, o acidente foi mais grave nas unidades 1,2,3 e 4 da Central Nuclear, com liberação de material radiativo, como iodo (indutor de cancer de tireóide), plutônio (combustível para bombas nucleares), césio e outros elementos radioativos.


Sobre Fukushima, ela é uma complexo de 06 usinas, de propriedade da The Tokyo Electric Power Company (TEPCO), a maior empresa de energia elétrica do Japão, controlando 17 usinas nucleares.

Dica de visualização:

Para visualizar as tabelas melhor, clique sobre elas e quando abrir a nova "aba" do navegador use os  comandos do teclado: Internet explorer e Firefox:  Aumente a imagem com CTRL +.  Navegador Chrome: Clique no ícone ferranentas no canto direito e aumente e tela em zoom.




Acidente Nuclear de Fukushima: Saiba Todos os Detalhes do Acidente


O acidente nuclear nas unidades da Central Nuclear de Fukushina Dai-Ichi em 12 de março(Japão) foi,  ao lado  do acidente da usina americana de Three Miles Island, em 28 de março de 1979, sem vítimas fatais, e da usina ucraniana de Chernobil, ocorrido em  26 de abril de 1986, o mais grave da história da indústria nuclear mundial. Felizmente, ao contrário de Chernobil, aonde morreram diretamente no evento 47 trabalhadores, estimando-se, em função da contaminação radioativa que se sucedeu ao acidente, a morte de até 4000 mortes, no caso das unidades de Fukushima, embora tenham sido contaminados alguns trabalhadores que tentavam controlar a situação das unidades da Central, ainda não se reportou óbitos em função do acidente, que, no entanto, ainda evolui.

Nosso Blog acompanha os eventos e mostra nas tabelas abaixo o status reportado pela autoridade nuclear japonesa às 16:00h de 29/03 (hora japão).


A Tabela 1 é uma versão em português preparada pelo blog a  partir dos dados originais divulgados. Como pode ser visto das tabelas, o acidente foi mais grave nas unidades 1,2,3 e 4 da Central Nuclear, com liberação de material radiativo, como iodo (indutor de cancer de tireóide), plutônio (combustível para bombas nucleares), césio e outros elementos radioativos.


Sobre Fukushima, ela é uma complexo de 06 usinas, de propriedade da The Tokyo Electric Power Company (TEPCO), a maior empresa de energia elétrica do Japão, controlando 17 usinas nucleares.

Dica de visualização:

Para visualizar as tabelas melhor, clique sobre elas e quando abrir a nova "aba" do navegador use os  comandos do teclado: Internet explorer e Firefox:  Aumente a imagem com CTRL +.  Navegador Chrome: Clique no ícone ferranentas no canto direito e aumente e tela em zoom.




segunda-feira, 28 de março de 2011

Governo Reforça Orçamento da FINEP Para Investimentos em Inovação


O desafio de se construir um país rico e deixar para trás a pobreza, não vai se materializar se nos contentarmos em ser meros exportadores de commodities, sejam agrícolas ou minerais, como por exemplo, minério de ferro, soja, etanol ou petróleo cru. Precisamos investir maciçamente em tecnologia, em concepção, em conhecimento aplicado voltado para a geração de produtos, do saber fazer, entender a ciência e desenvolver as tecnologias necessárias para impulsionar o País na direção da “riqueza”, de tornar nosso povo rico, tirá-lo da pobreza. E não vamos fazer isso sem investir maciçamente em P&D&I.


FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos é uma empresa pública vinculada ao MCT e que foi criada em 1967 com a missão de promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e Inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas, transformando o Brasil por meio da Inovação.

O objetivo da FINEP é atuar em toda a cadeia da inovação, com foco em ações estratégicas, estruturantes e de impacto para o desenvolvimento sustentável do Brasil e, para tal, precisa receber investimentos cada vez maiores no sentido de cumprir sua missão em prol do desenvolvimento do País.

Após Acordos realizados junto ao BNDES e ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), a FINEP ampliou em R$ 2 bilhões os recursos destinados ao financiamento com retorno de projetos de ciência, tecnologia e inovação em empresas brasileiras. Com isso, o orçamento total da Financiadora para apoio a empresas e instituições de ensino e pesquisa em 2011 passou de R$ 4 bilhões para cerca de R$ 6 bilhões. Parte deste reforço no orçamento – R$ 1,75 bilhão – virá do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), operado pelo BNDES, dos quais R$ 1 bilhão na forma de empréstimo. Os outros R$ 750 milhões são da linha de inovação do PSI e serão repassados pela FINEP, que atuará como agente financeiro do Banco. A Financiadora também receberá R$ 220 milhões do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) que serão aplicados em projetos de inovação tecnológica em micro, pequenas e médias empresas, em áreas consideradas estratégicas, como tecnologia da informação e comunicação (TICs), petróleo e gás, nanotecnologia, entre outras.

A meta do presidente da FINEP, Glauco Arbix, conforme o seu discurso de posse, é duplicar a capacidade de crédito da Financiadora, atingindo R$ 8 bilhões ao final de quatro anos. “Poucas instituições no mundo atuam da pesquisa ao crédito, como aqui. O Brasil precisa de um choque de inovação e a FINEP será protagonista desse processo na condição de um banco de fomento”, afirmou. Ele citou as áreas de gás e energia, complexo de saúde, nanotecnologia e Tecnologia da Informação como prioritárias para apoio.

Na sua carteira de reembolsável (crédito), a FINEP opera com taxas subsidiadas que variam entre 3,5% e 5% ao ano dependendo do grau de inovação do projeto. Já os recursos do PSI serão operacionalizados pela FINEP com base nas linhas do Programa, que também opera com taxas fixas entre 4% e 5% ao ano para projetos de pesquisa e desenvolvimento nas áreas prioritárias da Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal.

Créditos: Matéria reproduzida, com alterações e inserções feitas pelo blog, da Notícias FINEP.

Governo Reforça Orçamento da FINEP Para Investimentos em Inovação


O desafio de se construir um país rico e deixar para trás a pobreza, não vai se materializar se nos contentarmos em ser meros exportadores de commodities, sejam agrícolas ou minerais, como por exemplo, minério de ferro, soja, etanol ou petróleo cru. Precisamos investir maciçamente em tecnologia, em concepção, em conhecimento aplicado voltado para a geração de produtos, do saber fazer, entender a ciência e desenvolver as tecnologias necessárias para impulsionar o País na direção da “riqueza”, de tornar nosso povo rico, tirá-lo da pobreza. E não vamos fazer isso sem investir maciçamente em P&D&I.


FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos é uma empresa pública vinculada ao MCT e que foi criada em 1967 com a missão de promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio do fomento público à Ciência, Tecnologia e Inovação em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas, transformando o Brasil por meio da Inovação.

O objetivo da FINEP é atuar em toda a cadeia da inovação, com foco em ações estratégicas, estruturantes e de impacto para o desenvolvimento sustentável do Brasil e, para tal, precisa receber investimentos cada vez maiores no sentido de cumprir sua missão em prol do desenvolvimento do País.

Após Acordos realizados junto ao BNDES e ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), a FINEP ampliou em R$ 2 bilhões os recursos destinados ao financiamento com retorno de projetos de ciência, tecnologia e inovação em empresas brasileiras. Com isso, o orçamento total da Financiadora para apoio a empresas e instituições de ensino e pesquisa em 2011 passou de R$ 4 bilhões para cerca de R$ 6 bilhões. Parte deste reforço no orçamento – R$ 1,75 bilhão – virá do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), operado pelo BNDES, dos quais R$ 1 bilhão na forma de empréstimo. Os outros R$ 750 milhões são da linha de inovação do PSI e serão repassados pela FINEP, que atuará como agente financeiro do Banco. A Financiadora também receberá R$ 220 milhões do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) que serão aplicados em projetos de inovação tecnológica em micro, pequenas e médias empresas, em áreas consideradas estratégicas, como tecnologia da informação e comunicação (TICs), petróleo e gás, nanotecnologia, entre outras.

A meta do presidente da FINEP, Glauco Arbix, conforme o seu discurso de posse, é duplicar a capacidade de crédito da Financiadora, atingindo R$ 8 bilhões ao final de quatro anos. “Poucas instituições no mundo atuam da pesquisa ao crédito, como aqui. O Brasil precisa de um choque de inovação e a FINEP será protagonista desse processo na condição de um banco de fomento”, afirmou. Ele citou as áreas de gás e energia, complexo de saúde, nanotecnologia e Tecnologia da Informação como prioritárias para apoio.

Na sua carteira de reembolsável (crédito), a FINEP opera com taxas subsidiadas que variam entre 3,5% e 5% ao ano dependendo do grau de inovação do projeto. Já os recursos do PSI serão operacionalizados pela FINEP com base nas linhas do Programa, que também opera com taxas fixas entre 4% e 5% ao ano para projetos de pesquisa e desenvolvimento nas áreas prioritárias da Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal.

Créditos: Matéria reproduzida, com alterações e inserções feitas pelo blog, da Notícias FINEP.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Crueldade e Tortura de Policiais contra Jovem no Amazonas. Vejam o Vídeo.

Foi recentemente divulgado na mídia, um vídeo que  mostra policiais militares da força tática humilhando, agredindo e atirando em um jovem de 14 anos acuado contra um muro, no bairro Amazonino Mendes, Zona Norte de Manaus.


As imagens são chocantes e mostram o despreparo, o desprezo pela vida e a crueldade de policiais que deveriam zelar pela defesa da lei e dos direitos básicos do cidadão. O Vídeo oi obtido com exclusividade pela Rede Calderaro de Comunicação.

O crime, que envergonha a toda a Sociedade Amazonense e a todo o povo brasileiro, foi cometido na madrugada do dia 17 de agosto de 2010 e só agora divulgado.


O vídeo foi feito por uma câmera de segurança particular e, há pouco mais de um mês, foi entregue à reportagem do acritica.com, que iniciou uma investigação compartilhada com a TV A Crítica.

A investigação realizada chegou ao adolescente que, apesar de ter levado três tiros de pistola sobreviveu, mas fugiu do bairro, com a família, por medo dos policiais.


As imagens e os dados obtidos na apuração mencionada foram entregues ao Ministério Público Estadual (MPE) e virou uma investigação coordenada pelo Centro de Apoio Operacional de Combate ao Crime Organizado (Cao-Crimo). Os policiais envolvidos foram posteriormente presos.


A família do adolescente ingressou no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita) e deixou o Amazonas. 
Vejam o video publicado pelo you tube .


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