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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Tragédia na Região Serrana: Dúvidas? Fale com que pode responder com autoridade e segurança


Para aqueles que estão a busca ou querem confirmar notícias referentes à tragédia que abateu a região serrana do Estado do Rio de Janeiro, há um canal on line disponibilizado no site do Governo do Estado, no qual as dúvidas e perguntas podem ser formuladas e respondidas. O link é: http://www.formspring.me/GovRJ

Uma das perguntas respondidas pela website é referente ao não restabelecimento de água em área de risco de Teresópolis é transcrita abaixo.
Sim. A Cedae divulgou nesta quarta-feira (20/01), em Teresópolis, que conseguiu restabelecer a produção de água no município em 100%. No entanto, como medida para dificultar o retorno de moradores às áreas de risco, 5% dos clientes da Companhia não estão sendo abastecidos.

A decisão dos bairros onde a água não será religada foi tomada em parceria com a Defesa Civil Municipal de Teresópolis e a Prefeitura.”

O formulário de perguntas e respostas da página web do Governo do Estado é bem intuitivo e fácil de utilizar e com ele podemos saber, além das providências que estão sendo tomadas, o porquê fatos com esses ocorrem com freqüência há tanto tempo no Estado.

Devemos aproveitar esse “canal” e questionar. Exigir providências das autoridades para que fatos como esse não mais se repitam e que, quando chuvas atípicas como essas que assolaram a região vierem a ocorrer, que tenhamos um sistema de gestão preventivo, incluindo monitoração metereológica, que permita impedir a perda de vidas humanas e a minimização dos danos materiais.

Tragédia da Região Serrana do Rio: Os novos números da tragédia

Foto 1
A contabililzação do número de mortos e desaparecidos da tragédia que abateu a região serrana do Rio,  principalmente as cidades de Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis, continua a crescer. O último balanço de mortos e desaparecidos divulgado hoje pela manhã pela rádio CBN apontam para 810 mortos e 400 desaparecidos, mas como temos visto nestes últimos dias, esses números parecem ainda não ser definitivos.

O processo de reconstrução das cidades da região serrana está estimado, num primeiro momento, em mais de R$ 2 bilhões, que serão utilizados, principalmente, da recuperação da infra-estrutura destruída e na construção de moradias para os desabrigados. O numero de moradias que se pretende construir passa de 6.000. Mas esse número ainda pode subir, dependendo dos acontecimentos dos próximos dias. Uma das fontes que deve financiar o processo de reconstrução é o BNDES. Estima-se um aporte de até R$ 400 milhões para ações de recuperação emergencial da região serrana do Estado.

Foto 2
Com relação ao impacto na agricultura, que abastece em grande parte a cidade do Rio de Janeiro de legumes e hortaliças, estima-se em R$ 269 milhões. Assim, com a quebra da cadeia de suprimento aos grandes centos consumidores, como a cidade do Rio de Janeiro, é inevitável o aumento de preços que deve acompanhar a escassez de oferta, mesmo que a demanda venha a ser suprida por produtos agrícolas vindos de pontos mais distantes, como os do Estado de São Paulo

Referências de fotos:

Tragédia da Região Serrana do Rio: Os novos números da tragédia

Foto 1
A contabililzação do número de mortos e desaparecidos da tragédia que abateu a região serrana do Rio,  principalmente as cidades de Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis, continua a crescer. O último balanço de mortos e desaparecidos divulgado hoje pela manhã pela rádio CBN apontam para 810 mortos e 400 desaparecidos, mas como temos visto nestes últimos dias, esses números parecem ainda não ser definitivos.

O processo de reconstrução das cidades da região serrana está estimado, num primeiro momento, em mais de R$ 2 bilhões, que serão utilizados, principalmente, da recuperação da infra-estrutura destruída e na construção de moradias para os desabrigados. O numero de moradias que se pretende construir passa de 6.000. Mas esse número ainda pode subir, dependendo dos acontecimentos dos próximos dias. Uma das fontes que deve financiar o processo de reconstrução é o BNDES. Estima-se um aporte de até R$ 400 milhões para ações de recuperação emergencial da região serrana do Estado.

Foto 2
Com relação ao impacto na agricultura, que abastece em grande parte a cidade do Rio de Janeiro de legumes e hortaliças, estima-se em R$ 269 milhões. Assim, com a quebra da cadeia de suprimento aos grandes centos consumidores, como a cidade do Rio de Janeiro, é inevitável o aumento de preços que deve acompanhar a escassez de oferta, mesmo que a demanda venha a ser suprida por produtos agrícolas vindos de pontos mais distantes, como os do Estado de São Paulo

Referências de fotos:

Tragédia na Região Serrana: Dúvidas? Fale com que pode responder com autoridade e segurança


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Para aqueles que estão a busca ou querem confirmar notícias referentes à tragédia que abateu a região serrana do Estado do Rio de Janeiro, há um canal on line disponibilizado no site do Governo do Estado, no qual as dúvidas e perguntas podem ser formuladas e respondidas. O link é: http://www.formspring.me/GovRJ

Uma das perguntas respondidas pela website é referente ao não restabelecimento de água em área de risco de Teresópolis é transcrita abaixo.
Sim. A Cedae divulgou nesta quarta-feira (20/01), em Teresópolis, que conseguiu restabelecer a produção de água no município em 100%. No entanto, como medida para dificultar o retorno de moradores às áreas de risco, 5% dos clientes da Companhia não estão sendo abastecidos.

A decisão dos bairros onde a água não será religada foi tomada em parceria com a Defesa Civil Municipal de Teresópolis e a Prefeitura.”

O formulário de perguntas e respostas da página web do Governo do Estado é bem intuitivo e fácil de utilizar e com ele podemos saber, além das providências que estão sendo tomadas, o porquê fatos com esses ocorrem com freqüência há tanto tempo no Estado.

Devemos aproveitar esse “canal” e questionar. Exigir providências das autoridades para que fatos como esse não mais se repitam e que, quando chuvas atípicas como essas que assolaram a região vierem a ocorrer, que tenhamos um sistema de gestão preventivo, incluindo monitoração metereológica, que permita impedir a perda de vidas humanas e a minimização dos danos materiais.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Caso Cesari Battisti: Assunto em aberto na visão do STF


Figura 1
Notícia divulgada pelo STF em 18/01/2011 aponta que, se o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ao novamente a analisar o processo de extradição do italiano Cesare Battisti, o que deve acontecer no próximo mês quando terminam as férias coletivas dos ministros da Corte, deliberar que a permanência de Battisti no Brasil não está de acordo com o Tratado Mútuo de Extradição como determinou o governo federal, ele terá que ser extraditado Essa informação foi prestada durante entrevista coletiva no Rio de Janeiro pelo ministro Cezar Peluso.

No último dia de seu mandato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que negou o pedido de extradição do ex-ativista para a Itália, sendo o caso novamente remetido ao STF. O STF decidiu, ainda, manter Cesari Battisti preso até que haja um pronunciamento final sobre o caso, cujo relator será o ministro Gilmar Mendes.


Referência:

Figura 1 - http://www.politicalivre.com.br

Caso Cesari Battisti: Assunto em aberto na visão do STF


Figura 1
Notícia divulgada pelo STF em 18/01/2011 aponta que, se o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ao novamente a analisar o processo de extradição do italiano Cesare Battisti, o que deve acontecer no próximo mês quando terminam as férias coletivas dos ministros da Corte, deliberar que a permanência de Battisti no Brasil não está de acordo com o Tratado Mútuo de Extradição como determinou o governo federal, ele terá que ser extraditado Essa informação foi prestada durante entrevista coletiva no Rio de Janeiro pelo ministro Cezar Peluso.

No último dia de seu mandato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que negou o pedido de extradição do ex-ativista para a Itália, sendo o caso novamente remetido ao STF. O STF decidiu, ainda, manter Cesari Battisti preso até que haja um pronunciamento final sobre o caso, cujo relator será o ministro Gilmar Mendes.


Referência:

Figura 1 - http://www.politicalivre.com.br

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tragédia na Região Serrana: Dúvidas se a água está contaminada? Não beba!


Se você está em dúvida se a água de consumo está contaminada, não beba!. É preferível sentir um pouco de sede do que ter uma doença séria provocada pela ingestão de água contaminada.




Figura 1
Se você encontra-se na região serrana do Rio e a sua casa não está sendo, no momento, servida pela rede de abastecimento de água de qualidade, não beba de nenhum poço que confirmadamente ou potencialmente tenha tido contato com águas da enchente. Da mesma forma não faça consumo de água de alguma fonte temporária, que tenha surgido em função da presença dessas fortes chuvas. Muito provavelmente, em ambos os casos, essas fontes de água podem apresentar contaminação por vírus e bactérias, conforme informamos na nossa matéria anterior neste blog (Tragédia na Região Serrana do Estado do Rio: Cuidados com a Saúde).

Um aspecto importante quanto à água de beber, é que uma água aparentemente límpida, não significa estar potável segundo a legislação vigente. Mesmo uma água límpida, no qual não se nota a presença a “olho nu” de particulados (cor de barro ou amarelada), pode estar contaminada com alta carga virótica ou bacteriana. Portanto, não se engane.

Por segurança, enquanto sua residência não dispõe de água de qualidade, dos sistemas de abastecimento de sua cidade, que normalmente, fornecem água de excelente qualidade, sirva-se de água tipo mineral ou engarrafada. Dê comercialmente às marcas conhecidas.

Não se iluda. Se você dispõe de um filtro de barro ou similar doméstico e acha que pode “potabilizar” uma água coletada de fonte que tenha entrado em contato com as águas de chuva proveniente das enchentes. Você está enganado e pode estar colocando em risco a sua saúde. No máximo, o que esses filtros comuns fazem é reter em seu elemento filtrante material particulado, tornando a água passante pela “vela” aparentemente límpida, transparente. Esses filtros, no entanto, não têm capacidade para reter vírus e bactérias, que podem provocar sérias doenças, conforme discutido no texto Tragédia na Região Serrana do Estado do Rio: Cuidados com a Saúde.




Figura 2
No caso de falta de água potável que estamos discutindo, procure, frisando mais uma vez, consumir água tipo mineral. No entanto, não havendo em nenhuma hipótese, condições de acesso a esse tipo seguro de água, é possível, emergencialmente, se potabilizar a água. Para o uso doméstico, utilizam-se desde a antiguidade a fervura, isto é, a água é aquecida até ao ponto de ferver, mantendo-se a fervura por, pelo menos, cinco minutos, tempo suficiente para inativar ou matar a maior parte dos microorganismos que nela possam existir. Este tipo de tratamento não elimina o vírus da hepatite A que só é destruído a mais de 120 graus Celsius. Outra opção, que consideramos mais segura e viável de ser feita domesticamente, é a destilação. Não se assuste com o nome...O processo envolve simplesmente ferver a água transformando-a em vapor d`água. Procure captar esse vapor em uma superfície metálica fria e limpa, ou similar, de forma que ele resfrie e condense, quando então retorna ao estado líquido; conduzindo-o, agora, na forma líquida, para um outro recipiente, que o armazenará na forma de água “destilada”. Nesse método, uma vez que as impurezas não são vaporizadas, elas permanecem no primeiro recipiente, não contaminando a água que será então consumida (acumulada no segundo recipiente). Nesse método, a literatura aponta que a destilação tem eficiência de purificação de 99,9%. Assim, em sendo possível, garanta ainda mais a desinfecção e potabilização através da cloração. A cloração caseira é feita através da aplicação do hipoclorito de sódio ou de água sanitária (produto comercialmente conhecido como Cândida, Qboa, Água de lavadeira). Esta medida só é eficiente para pequenas contaminações. No uso do produto comercial, vendido na concentração 2%, deve-se pingar 3 gotas em cada litro de água e esperar 30 minutos para usá-la.

Referências:


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